A 3.ª edição da iniciativa “Da Arquitetura à Engenharia: as normas de reabilitação urbana – simplificar o processo ou simplificar o projeto?”, promoveu o debate e as boas práticas na reabilitação e articulação entre os projetos de arquitetura e de especialidades.
O encontro, organizado a 8 de maio, no auditório do Fórum Lisboa, pela Câmara Municipal de Lisboa, promoveu o debate em torno das normas aplicáveis à reabilitação urbana e da importância da articulação entre os projetos de arquitetura e as diferentes especialidades técnicas, com vista à concretização de soluções de maior qualidade, segurança e eficiência.
A iniciativa reuniu a equipa municipal do Programa ReSist, a Ordem dos Arquitetos, a Ordem dos Engenheiros, a Ordem dos Engenheiros Técnicos, o Laboratório Nacional de Engenharia Civil, a Sociedade Portuguesa de Engenharia Sísmica e o Centro Europeu de Riscos Urbanos, para sensibilizar a comunidade técnica para a adoção de boas práticas e soluções eficazes no âmbito do reforço sísmico.
Na sessão de abertura. o vereador do Urbanismo, Habitação e Edifícios Municipais, Vasco Moreira Rato, destacou a importância da interdisciplinaridade na simplificação dos processos, sublinhando, contudo, a necessidade de assegurar regulação, rigor técnico e decisões orientadas para a segurança das pessoas.
“O desafio é garantir processos mais simples, mas com qualidade e segurança, em prol de uma cidade mais resiliente, segura e sustentável”, salientou o autarca.
Durante o encontro, os especialistas debruçaram-se sobre casos concretos em Lisboa, como as fases de diagnóstico e intervenção num edifício no Campo das Cebolas, e o reforço de um edifício histórico com modificações profundas - Palácio Conde Barão.
Fonte/Foto: CM Lisboa